
Um desentendimento num posto de gasolina em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, foi o suficiente para um homem matar o frentista do estabelecimento Pedro Silva Chaves, de 19 anos, no último dia 17. O jovem foi executado com um tiro no peito, à queima roupa, por um cliente que se irritou com o funcionário, após alegar que outro motorista havia furado a fila para o abastecimento de gás. O crime está sendo investigado pela Divisão de Homicídios (DH) da capital.
De acordo com testemunhas que foram ouvidas pela unidade especializada, o assassino esteve no posto, que fica na Estrada Rio-São Paulo, por volta das 10h30m, quando se desentendeu com o frentista. Revoltado, ele afirmava que outro cliente havia passado à sua frente na fila, e culpou o funcionário do estabelecimento pelo que ocorrera. Sem abastecer o carro, ele deixou o local.
Três horas depois, o assassino retornou com uma arma na cintura. Ele voltou a discutir com o frentista e deu uma coronhada com a pistola em sua cabeça. Em seguida, atirou contra a vítima, que morreu na hora. Após o crime, o homem fugiu.
- Ele (assassino) ficou muito irritado com o frentista, repetindo que, se ele tivesse feito o trabalho dele direito, o outro cliente não teria furado a fila - contou uma pessoa que presenciou o crime.
A DH apreendeu as imagens das câmeras do circuito interno do posto. Segundo testemunhas, o assassino é negro, tem cerca de 1,80m de altura, cabelo raspado e aparenta ter entre 45 e 50 anos.
Pedro trabalhava no posto de gasolina há cerca de um mês e meio. O jovem morava no Mendanha, em Campo Grande, com uma companheira, que está grávida de sete meses.
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